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Estudo da McKinsey projeta reposição automotiva de R$ 79 bi em 2040. Veja o que muda para distribuidores e varejistas de autopeças. 

O aftermarket brasileiro está no começo de um ciclo longo de expansão. O estudo “Perspectivas sobre o Aftermarket Automotivo Brasileiro”, apresentado pela McKinsey no Conexão Abipeças de 2026, estima que o faturamento da indústria no canal de reposição passe de R$ 43 bilhões em 2024 para R$ 79 bilhões em 2040. É um crescimento de 3% a 3,5% ao ano, sustentado por uma frota maior, mais velha e com mais tecnologia embarcada. 

No mundo, o pós-venda responde por cerca de 10% da receita do setor automotivo, mas por 40% do lucro. A reposição é, historicamente, a parte mais rentável da cadeia. 

Três forças por trás do crescimento 

  1. Frota envelhecida. Com 11 anos de idade média, os carros pedem mais manutenção corretiva e preventiva. 
  1. Veículos mais complexos. Mais conteúdo por veículo significa reparos mais caros e mais itens de reposição. 
  1. Novos canais de venda. As vendas digitais ainda representam cerca de 7% da reposição, segundo levantamento da Compre Sua Peça. Há espaço enorme para crescer, especialmente no e-commerce B2B e nos marketplaces. 

O que muda para quem compra e revende 

Um mercado em expansão atrai concorrência. Preço sozinho deixa de ser diferencial. Ganha quem tem: 

  • Mix de alto giro, com cobertura para a frota que realmente circula na região. 
  • Fornecedor com estoque e logística própria, para não perder venda por falta de peça. 
  • Apoio no ponto de venda, com material de PDV, campanhas de incentivo e comunicação que gira o produto. 
  • Política de troca clara, que protege a relação com a oficina. 

Como o Grupo Autobras se posiciona 

O Grupo Autobras combina fábrica, logística e marketing para apoiar o giro de quem revende. São mais de 4.500 itens de reposição, preços posicionados para o canal, trocas garantidas e campanhas de incentivo personalizadas. O grupo também ativa anúncios online por geolocalização, levando o consumidor até os pontos de venda que trabalham com suas marcas. 

O mercado vai dobrar. A questão é quem estará bem abastecido quando a demanda chegar.